sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Impressões da Bienal do Livro

Esperei muito tempo pelo que aconteceu hoje. Finalmente fui à Bienal do Livro. O que tenho a dizer? É muito maior, mais cansativa e melhor que eu esperava. Assim que entrei, pensei "O quê? Não vou conseguir ver nada aqui... é coisa demais!" Mesmo assim fui me aventurando no meio de milhões de livros (nunca vi tanto livro assim!), garimpando os mais legais.
Viajei por galáxias muito, muito distantes, dei a volta ao mundo em 80 dias, viajei à final do Brasileirão de 1977, conheci um pouco de Porto Alegre e de suas expressões... Tudo isso através dos livros que, com o cinema e os games cada vez mais modernos, estão sendo jogados de lado. Mesmo assim, ainda há muitos leitores! Isso pude constatar ao ver como a Bienal é cheia!
Ela é dividida em 3 pavilhões: O verde, o azul e o laranja. Entrei pelo verde, dei uma olhada nos livros dali e, quando ia para o azul, encontrei uma das coisas que procurava: Histórias em Quadrinhos. Finalmente encontrei outro exemplar do gibi do Homem Aranha que perdi quando me mudei para o Rio há 4 anos. Não pensei 2 vezes, tirei o dinheiro da carteira e comprei a revistinha.
Feliz, com ela na mochila, parti para o pavilhão azul. Mais uma vez descobri um mundo de livros maravilhosos! Estava procurando por Volta ao Mundo em 80 Dias e de início não achei por um preço que eu poderia pagar. Não é que o livro seja caro, é que eu estava meio sm grana mesmo.
Fui, então, para o pavilhão laranja (onde tirei essa foto). De cara, não achei graça nele... os livros são mais políticos, sei lá... Voltei a andar pelos pavilhões azul e verde. Achei e comprei o livro do Júlio Verne que eu tava procurando.
Mas então bateu aquela sede e precisei voltar ao laranja para comprar algo pra beber. Foi aí que encontrei, onde estavam as editoras gaúchas (que eu não tinha visto da primeira vez que passei pelo pavilhão laranja), um livro que me chamou atenção. Porto Alegre vista de cima. Me lembrei das palavras da Wal, uma amiga gaúcha que sempre conversa comigo: "Porto Alegre é linda... vale a pena conhecer". Peguei o livro e comecei a folheá-lo. Não é que ela tinha razão? Mas então vi outro livro que me chamou mais atenção ainda: Dicionário de Porto-Alegrês. Um livro "trilegal" como dizem por lá! Através dele entendi algumas expressões que a Wal usava e até um trecho de uma música: "Deu pra ti, baixo astral. Vou pra Porto Alegre, tchau!" Ela quer dizer "Baixo astral, tira seu cavalinho da chuva. Vou pra Porto Alegre, tchau!". Sempre jurei que o cara tava triste e ia pra Porto Alegre pra acabar com suas tristezas (mais ou menos como eu indo pro Cajuru)...
Continuei andando até minhas pernas não agüentarem mais e me mandarem ir embora. Voltei pra casa feliz e com vontade de voltar... Mas da próxima vez que eu for, se Deus quiser, estarei indo para divulgar meu livro.

Lucas C. Silva

3 comentários:

Mayck disse...

Deve ser muito legal a bienal Um dia vou ir la e viajar na maionese tbm
sahusahuhsauhas
vlw

Hanna Corrêa disse...

Bienal em pleno sabado, vespera de acabar? Guerreiro voce. Se bem que to querendo ir amanha =/

Cara, Bienal eh muito viajem mesmo, eu adoro, mas acabou que comprei um livro soh =/


(Finje que existe varios acentos no texto. Meu teclado eh uma merda. =/)

Matheus Magalhães disse...

Muito bom o teu blog... Parabéns...

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